Morning Gallo #0241: ações asiáticas fecham em alta; Futuros em Wall Street recuam após balanço da Microsoft

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Os mercados da Ásia encerraram a quarta-feira com ganhos, com os futuros de ações dos EUA e da Europa operando no terreno negativo, em meio à volta do pessimismo para com os ativos de risco depois de resultados corporativos mistos na véspera.
As ações japonesas subiram em conjunto com uma queda do iene, enquanto as ações australianas apagaram os ganhos da manhã depois que a inflação acelerou para o ritmo mais rápido em 32 anos. Os dados na Nova Zelândia também mostraram que o crescimento dos preços ao consumidor se manteve perto de uma alta de três décadas, dando aos investidores motivos para questionar o otimismo global de que a inflação está chegando ao pico.

Já o índice Kospi da Coreia do Sul subiu mais de 1% em um movimento de recuperação após o feriado do Ano Novo Lunar. Os mercados de Hong Kong e da China continental permanecem fechados.

Os futuros do índice Nasdaq registram as perdas mais expressivas, após uma perspectiva de vendas desacelerada para o negócio de computação em nuvem da Microsoft. O CFO da companhia avisou em uma teleconferência que as vendas no trimestre atual chegarão a pelo menos US$ 1 bilhão a menos do que o esperado por Wall Street, já que a desaceleração de dezembro deve continuar neste ano de 2023.

Para o trimestre atual, os executivos da Microsoft esperam receita de US$ 50,5 bilhões a US$ 51,5 bilhões, abaixo da estimativa de consenso para a receita fiscal do terceiro trimestre de US$ 52,42 bilhões.
As notícias da Microsoft tipificaram as perspectivas cautelosas para os lucros corporativos. A gigante do software superou as estimativas de ganhos, inicialmente fazendo suas ações dispararem nas negociações após o expediente antes que os ganhos fossem rapidamente anulados pelo alerta para seus negócios de computação em nuvem.
Entre as commodities, o petróleo Brent avança levemente, depois de uma queda acentuada nesta terça-feira, enquanto o ouro opera em leve queda, depois de ganhos recentes que levaram o metal precioso ao nível mais alto desde abril.

Por aqui, uma manifestação conjunta de Jorge Paulo Lemann, Carlos Alberto Sicupira e Marcel Telles – o trio de acionistas bilionários da Americanas - causou indignação nos maiores bancos privados do Brasil, ao sugerir uma responsabilização dos próprios credores pelos “problemas contábeis” da empresa.

Ainda no domingo, Lemann, Sicupira e Telles se posicionaram no sentido de questionar as razões pelas quais as instituições não teriam se atentado ao rombo contábil.

“Ela (auditoria PwC), por sua vez, fez uso regular de cartas de circularização, utilizadas para confirmar as informações contábeis da Americanas com fontes externas, incluindo os bancos que mantinham operações com a empresa. Nem essas instituições financeiras nem a PwC jamais denunciaram qualquer irregularidade”, afirmou o trio da nota do fim de semana.

O Bradesco manifestou publicamente rejeição ao que chamou de narrativas que atribuem aos bancos a responsabilidade sobre eventuais práticas irregulares adotadas por empresas que fazem negócios com o banco. Já o Itaú Unibanco disse em nota que as chamadas cartas de circularização, encaminhadas pelos auditores que aprovaram as demonstrações financeiras da companhia, são apenas um instrumento de apoio às auditorias na verificação de informações contábeis fornecidas pelas companhias. A companhia classificou como “leviana” a tentativa de atribuir aos bancos responsabilidades sobre práticas irregulares de empresas.

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